sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

"Blueberry" nº 14 “L’Homme qui valait 500.000$”

Capa, uma das reedições. 


Prancha 1.


Prancha 2.


Prancha 3.


Ficha técnica

L’Homme qui valait 500.000$
“O Homem Que Valia $500.000”
Roteiro: Jean-Michel Charlier
Desenhos e capa: Jean Giraud
Cores: Évelyne Tran-Lê
Volume: 14
Ano de publicação da primeira edição: 1973
Número de pranchas: 46
Gênero: Western
Preço: 11.99 €
Formato: 22,5x29,8 cm
Público: Todos os públicos – Família
Dargaud Éditeur, Paris, França

Fonte das imagens: Dargaud Éditeur: Capa. CoinBD: prancha 2. Sceneario: Prancha 3. 



Prancha anúncio do episódio “L’Homme qui valait 500.000$” publicada na revista “Pilote” nº 604 de 3 de junho de 1971. Texto de Jean-Michel Charlier e desenhos de Jean Giraud.


Capa da 1ª edição.

O título “Chihuahua Pearl” ainda tem o subtítulo “Fort Navajo une Aventure du Lieutenant Blueberry”, mas a partir do seguinte (“L’Homme qui valait 500.000$”) há apenas “Une Aventure du Lieutenant Blueberry”.
Primeiro ano de lançamento de “Chihuahua Pearl”: 1973 (início do ano). Primeiro ano de lançamento de “L’Homme qui valait 500.000$”: também 1973 (outono daquele ano). Portanto, a troca foi no curso de 1973.

Jean-Yves Brouard



Contracapa da 1ª edição.


L’Homme qui valait 500.000$ - “O Homem Que Valia $500.000”

Segundo álbum do ciclo Chihuahua Pearl. O Tesouro dos Confederados (álbuns 13 a 15) - México, Texas e Arizona. Verão de 1869. Acontecimento histórico: A lenda do Ouro dos Confederados. No álbum anterior, Blueberry é surpreendido conversando com Chihuahua Pearl, cantora americana, rainha das noites tumultuosas de Chihuahua, em seu camarim, pelo Coronel Lopez e seus homens, e, beijando a cantora na boca consegue manter a sua missão em segredo. Com essa atitude, atrai o ódio de Lopez, extremamente ciumento da provocante loira.

Richard Harris, ator inglês, no papel do capitão confederado Benjamin Tyreen em "Major Dundee" ("Juramento de Vingança", título no Brasil), filme de Sam Peckinpah, lançado em 1965, inspirou Jean Giraud na definição do visual do Capitão Finlay, também oficial confederado, no Ciclo Chihuahua Pearl. O Tesouro dos Confederados. O Capitão Finlay aparece pela primeira vez, no Ciclo Forte Navajo. As Primeiras Guerras Indígenas, com um visual distinto daquele da sua segunda participação na série "Blueberry".

Os Federais do Comandante Vigo, revestido de poderes especiais por Benito Juarez, presidente do México, e os "hawkers" (ex-soldados sulistas tornados fora da lei) de Kimball e Finlay chegam em Chihuahua, uma pequena e ensolarada cidade mexicana perdida nas serras selvagens, aonde somente as serpentes, os coiotes e os Apaches conseguem sobreviver. Militares, mexicanos e foras da lei, perseguem o mesmo homem: Mike Steve Blueberry, falso desertor do exército americano e agente secreto do governo de Washington, que atravessou clandestinamente a fronteira dos Estados Unidos da América com o México com a missão de evadir um antigo coronel sulista de nome Trevor, preso por bandidismo, sob o nome falso de Lindsay, na prisão-fortaleza de Corvado, residência do Coronel Luis Emiliano Lopez, governador do Estado de Chihuahua. O ex-Tenente está na pista do prisioneiro por meio da exuberante Chihuahua Pearl.

Qual motivo poderia ser tão importante para atrair a Chihuahua tantos personagens distintos entre si? Um só, porém o mais irresistível: a febre do ouro! Blueberry, Vigo, Chihuahua Pearl, Lopez, Finlay, Kimball, Mac Clure, Red Neck, Boudini. Esse ouro, 500 mil dólares do tesouro de guerra dos Confederados, escondido, desde a época da rendição do Exército Sulista, pelo presidente Jefferson Davis e jamais encontrado... Entretanto, somente um homem sabia onde estava escondido, o ex-coronel Trevor, aliás, Lindsay: o homem que valia 500 mil dólares.

Boudini, ou Budini, vende Blueberry para Lopez, que tortura o ex-Tenente antes de enviá-lo para a mesma prisão de Trevor. O coronel propõe uma troca a Chihuahua: a vida de Mike por ela; mas a loira também faz uma proposta: ela pela liberdade de Blueberry, a qual o governador aceita com a condição de um casamento entre ele e a bela loira. Blueberry e Lindsay são humilhados por Lopez; quando os dois vão ser torturados pelo chinês Chang-Li, Trevor fala que Lopez não poderá se casar com Pearl, pois essa já era casada com ele – os dois prisioneiros são salvos por Jimmy McClure, Red Neck e a dupla Kimball e Finlay com o seu bando de desertores.


Chihuahua Pearl foge de Lopez, prancha 41.

Chihuahua Pearl escapa do casamento ao roubar a arma de Budini e sequestrar o noivo, o Coronel Lopez, deixando-o no deserto a jurar vingança, após uma troca de tiros com o agora condutor da charrete nupcial, o ilusionista traidor Budini, cujo termina morto pela sagaz cantora.

Kimball e Finlay serviram sob as ordens de Trevor, no 25º Regimento de Cavalaria da Geórgia, contudo desertaram antes do final da Guerra de Secessão e não arriscaram a pele para salvar o antigo comandante, agiram somente pelos 500 mil dólares. Pearl encontra-se com o grupo, é feita prisioneira juntamente com Trevor, Jimmy, Red Neck e Blueberry. O tesouro fora escondido dentro de um caixão, enterrado substituindo o corpo de um soldado sulista no cemitério de Tacoma. Trevor faz uma proposta para os seus ex-comandados, a qual é aceita por Kimball: localiza o ouro em troca da liberdade de sua esposa e dos ianques.


O esconderijo dos “hawkers” e os seus prisioneiros 
Blueberry, Jimmy, Red Neck, Pearl e Trevor. Prancha 42B.


Mike Blueberry, Jimmy McClure, Red Neck e Chihuahua Pearl ficam em uma gruta isolada, sem vigilância, mas não tendo como escapar, porque estavam sem cavalos e eram perseguidos pelo Governador Lopez e o seus homens. Enquanto isso, o restante do grupo – os “hawkers” e o Coronel Trevor - sai em busca do caixão com o tesouro dos Confederados.

Afrânio Braga


Fonte das imagens: adesso.blogspace: prancha anúncio de L’Homme qui valait 500.000$.   Bedetheque: capa e contracapa da 1ª edição, e prancha 41.   johnmanders.files.wordpress: prancha 42B.


Blueberry nº 14 L'Homme qui valait 500.000$ © Jean-Michel Charlier, Jean Giraud, Dargaud Éditeur 1973
Blueberry © Jean-Michel Charlier, Jean Giraud, Dargaud Éditeur


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